Milton Cardoso carrega consigo mais de 30 anos de jornalismo. Durante essas três décadas de profissão, trabalhou em emissoras de televisão, jornais, revistas e até no serviço público – assumiu secretarias e ministérios nos governos de Antônio Britto, no Rio Grande do Sul, e de Fernando Henrique Cardoso. No entanto, o jornalista não hesita em confirmar a paixão que nutre pelo radiojornalismo, desde criança. Depois de atuar em diversos veículos no eixo Rio-São Paulo, Milton Cardoso chegou ao Grupo Bandeirantes do Rio Grande do Sul, onde trabalha atualmente.

Em outubro de 2010 comandava o programa Band Repórter na Band AM 640 de Porto Alegre. Nele  Milton promove debates, entrevistas especiais e interatividade com o ouvinte a partir das 22h. Mas antes de figurar como âncora de noticiário, comentarista polêmico e ávido entrevistador, Milton participou como produtor e repórter, com passagens pelo SBT, Folha de São Paulo e revista Veja, para citar os principais veículos do seu currículo.

Começou, de fato, na década de 80, ainda com a vigência do regime militar no país. A primeira reportagem foi uma grande pauta: acompanhar o Papa João Paulo II, em visita ao Brasil. Com a credencial da rádio Jovem Pan, de São Paulo, uma das mais tradicionais emissoras da capital paulista, Milton acompanhou o chefe da Igreja Católica pelas cidades de Brasília, Belo Horizonte, Manaus e Belém. Este foi o primeiro contato do jornalista com o rádio, veículo de sua preferência. Para ele, o rádio é “o coração da comunicação”.

Milton resgata as próprias memórias de infância, e recorda ouvir a Rádio Tupi, do Rio de Janeiro, uma das emissoras pioneiras no país e sua terra natal. Além de dividir toda a experiência que teve em reportagens e nas principais redações do centro do país pelas quais passou, Milton Cardoso mantém e reforça a postura de jornalista transparente e opinativo. Ele pontua, entre outros assuntos, como foi dividir as tarefas de comentarista político e integrante do governo. Para ele, a fórmula é simples: “Sou Grêmio, mas isso não me impede de criticar a gestão do clube. E com isso, também sou muito respeitado pelos colorados. Tem que ter opinião e postura”.

Entrevista gravada em outubro de 2010 no estúdio da RADIOFAM - a rádio da Faculdade de Comunicação Social da PUCRS na internet.


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